Já me indaguei de coração aberto
Se realmente sou um ser pusilânime
Creio ser uma informação inverossímil
Continuo querendo a vida sob meus ditames
Não é fria a forma como tenho me comportado
É que tenho passado por estranhas sensações
E como mecanismo inconsciente de defesa
Escondo-me como ratos em porões
Não acredito em mudanças do meu pobre estado
Habitando este intolerável mundo nefasto
Corrompido por vermes de um falso jardim
Não acredito na proeza de uma melhoria
Me encontro submerso no mar da melancolia
Já se foram todos os serafins
(Jorge)
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