segunda-feira, 22 de março de 2010

Corja de abutres

Vomito a podridão que está alojada no intrínseco do meu ser
Em cima das máquinas corrompidas
Sacro-putas! Tomem conta das coisas que são do mundo
Pois nunca provarão do manjar de Deus

Meu cuspe venenoso atinge em cheio a face da falsária
E liberto uma grande gargalhada...
Meu contentamento descontente!

O drama da vida é ter medo de viver
E os homens passam suas vidas inteiras se esquivando da morte
O drama da morte é ter medo de sumir
E os homens passam a vida inteira perdidos

Morrer é virar uma curva!

(Jorge Rêgo)

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