Reconheço o júbilo dos poetas malevolentes
Mas quão vis são estes pobres coitados
Possuem eloqüência, distinção, e até mesmo um resto de coerência
Mas não passam de bastardos
É um crime excessivamente estúpido baldar as palavras
E vociferar promessas de um reino encantado
Sabendo que o doce presente da plebe
É demasiadamente desgraçado
(Jorge Rêgo)

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