segunda-feira, 22 de março de 2010

A fineza vazia da anti-plebe

A fineza vazia da anti-plebe
É um primor de beleza
As pérolas enfeitam suas gargantas
Que bradam
Que vociferam
Contra a tida corja de pequenos homens iguais
Todos sujos e reles mortais
Desprovidos da real perfeição

A baixeza mentecapta destes pobres espíritos tresloucados
É derivação da carência de lucidez
Tolos infames de corações inabitáveis!

Os rudes têm corações bem mais bonitos...

(Jorge Rêgo)

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